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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Banda Angatu lança seu álbum de estréia 'A Vida Que Eu Sempre Quis'

Foi lançado no dia 8 de Agosto de 2014 o álbum 'A Vida Que Eu Sempre Quis', o primeiro da ANGATU, uma das mais novas bandas de reggae de Florianópolis.

Com forte influência do Reggae Jamaicano das décadas de 70 e 80, ANGATU mistura 'Roots Reggae', 'Ska', 'Rock-Steady, 'Rub-a-Dub', 'Dub', 'New Roots', tudo isso com um 'quê' de Música Brasileira, criando um estilo único e inconfundível.




Criada por ex-integrantes da banda CULTIVO, o som da ANGATU não apresenta ruptura com o estilo da antiga banda. Pelo contrário, se aprofunda no desenvolvimento da linguagem que caracteriza os dois primeiros CDs da CULTIVO ('Árvore Urbana' e 'Organico') e ainda vai além. 

O álbum de estreia da banda vem com 13 músicas, quase todas inéditas. Os maiores destaques são as faixas 'Jah no Coração' e 'Around n' Around/Papo Reto' que tiveram a participação marcante das cantoras jamaicanas do Groundation Kim Pommell e Sherida Sharpe. O vocalista da Rutera, Pablo See A Rasta, cantou em 'Voz do Coração', e também gravou algumas linhas de baixo e backin' vocals em outras músicas. O CD também conta com a participação muito especial de Leonardo 'Frodo' Barbosa (Brilho da Lata) e Fabiana 'Fyah' Rocha nos backin' vocals.

As letras das músicas falam sobre reflexões do Dia-a-dia, sobre Paz Interior, Conexão com a Natureza e com o Divino, sobre Amor, Saudade, Abelhas. Vale destacar também 'A Vida Que Eu Sempre Quis', faixa que dá nome ao disco, 'Tai Chi Chuan', uma regravação da canção lançada ano passado no Pedrada Acustico e 'Walkin On The Beach', uma roots love song simples e envolvente.

Dia de Gravação com as cantoras do Groundation no Ouié/Tohosound Studio, Florianópolis-SC
O disco é resultado de um trabalho coletivo e parcerias através do selo independente Quebrando Records. As baterias foram gravadas por Torrey Richards em Florianópolis. Kim e Sherida Sharpe gravaram no Ouié Tohosound Studio com Martin Navarro, na Praia da Armação, Floripa. As outras vozes foram gravadas no estúdio Vox Master, em Porto Alegre, por Bernardo Manzoli. Todo o restante foi gravado na própria Quebrando Records. O álbum foi masterizado no estúdio 'Vox Master' em Porto Alegre.

O Reggae no Mato apoiou a produção executiva. Gabriel Dread (esse que vos fala) foi o articulador da parceria com as vocalistas da banda californiana Groundation.

Você pode escutar A Vida Que Eu Sempre Quis diretamente do site da banda, onde é possível também adquirir sua cópia física ou digital:

Acesse também:



Abraços

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quarta-feira, 17 de julho de 2013

Pedrada Acústico


Pedrada Acustico mistura MPB, Reggae, Samba-Rock, Bossa-Nova e Ska, criando uma sonoridade única, envolvente e inovadora. Simples e elegante, apresenta um trabalho autoral consistente, com letras que falam principalmente de Amor, Natureza, Vida, temas cotidianos sob uma perspectiva de grande profundidade.

Além das músicas próprias, o repertório do show conta versões de Bob Marley em Bossa-Nova, Chico Buarque em Ska, The Beatles em Reggae, interpretações de Tim Maia, Jorge Bem, Vinicius de Moraes, Seu Jorge, Gilberto Gil, Roberto Carlos e outros grandes mestres da música.

O Início

Depois de uma tour com a banda de reggae Cultivo pela Bahia, em Julho de 2012, Pedro Angi e Vito Lorenzoni decidiram esticar a viagem por mais 20 dias e conhecer melhor o litoral baiano. Munidos de seus instrumentos musicais, não perderam a chance de se apresentar em formato acústico em bares e restaurantes das cidades por onde passaram: Morro de São Paulo, Itacaré, Arraial D'Ajuda e Caraíva. O repertório foi se formando organicamente, com músicais autorais e versões, passeando pela Bossa-Nova, Samba-Rock, Reggae e MPB e foi muito bem aceito pelo público. Nascia ali o Pedrada Acustico.

De volta à Florianópolis juntaram-se à Bruno Padoveze e Oscar Simon Rodriguez, começaram a ensaiar e fazer pequenas apresentações na ilha Catarinense. Em Outubro foi feita a gravação do CD com o estúdio móvel Vox Master, na Praia do Matadeiro, em  Florianópolis. Com 10 músicas, lançado pela internet em Março de 2013. Em Junho a banda fez sua primeira tour no interior de São Paulo, com Cris Monteiro da banda OneLove Marley Project na percussão. Com sua positividade e o groove contagiantes, Cris naturalmente se integrou ao projeto.


Pedrada Acústico
Acesse: https://www.facebook.com/PedradaAcustico
Siga: http://twitter.com/PedroAngi/
Escreva: pedrozion@live.com



PEDRO ANGI - Voz e Violão

Pedro aprendeu violão com seu tio, Marco Angi, aos 11 anos. Com 17 escreveu suas primeiras canções, e não parou mais. Aos 19 tocava com algumas bandas de Reggae em São Paulo. Participou da fundação da banda Cultivo  em 2004, na qual gravou os álbuns 'Árvore Urbana'(2006) e 'Organico'(2008) e adquiriu experiência compartilhando palcos grandes com artistas renomados e viajando por mais de 50 cidades, conquistando milhares de fãs . Em 2012 participou da criação do 'Pedrada Acustico' e gravou o álbum homonimo. Além do Pedrada Acustico, Pedro vem se dedicando à sua nova banda de Reggae 'Angatu'

VITO LORENZONI - Saxofone, Flauta Transversal e Voz

Saxofonista e flautista desde 2009, trabalhou principalmente com as bandas Humani, Aquidasplanta e Cultivo, com as quais participou de importantes eventos com a presença de reconhecidos nomes da música, como Ziggy Marley, The Wailers, Alpha Blondy, Tribo de Jah e Ponto de Equilíbrio. Também integra o grupo que realiza a turnê brasileira com o compositor australiano Jarrah Thompson. Influenciado por diversos ritmos - pricipalmente reggae, jazz e bossa nova - tem estilo original, bastante integrado ao trabalho do Pedrada Acustico, do qual é também membro fundador.

BRUNO PADOVEZE - Baixo e Voz

Nesses 15 anos de carreira, a música e seu contrabaixo já levaram Bruno aos quatro cantos do mundo. Viveu, estudou, gravou e fez turnês nos EUA, Europa e Austrália, além de ter trabalhado vastamente em todo o Brasil, tocando com diversas bandas e artistas, em vários estilos musicais. Estudou na Universidade Livre de Musica Tom Jobim (ULM) em São Paulo e no Conservatorio Musical de Budapeste (Hungria). Desde 2009 integra a banda australiana 'Jarrah Thompson Band', o projeto paulista ONELOVE 'marley project' e o quarteto Pedrada Acústico de Florianópolis.

OSCAR SIMON RODRIGUEZ - Percussão e Voz

Na adolescência fez aulas de bateria e começou a tocar percussão, com ritmos típicos do Uruguai, sua terra natal, e ritmos afro-brasileiros. Já no Brasil, tocou em bandas de metal, de forró, grupos de maracatu e de percussão afro. Atualmente toca no grupo Abayomi e dá aulas de percussão.

CRIS MONTEIRO - Percussão e Voz

Percussionista nato, participa de várias atividades ligadas à educação e recuperação de crianças e jovens através da música. É percussionista na OneLove Marley, com vasta experiência na vida musical, e tem uma energia positiva radiante.

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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Cultivo - "Impermanência": lançamento do clipe oficial


A banda Cultivo lançou no último sábado, dia 20 de outubro de 2012, seu primeiro video clipe oficial. Filmado totalmente em HD, "Impermanência" ilustra a mensagem que CULTIVO busca passar em suas músicas de uma maneira muito poética e emocionante.

O clipe foi filmado em Florianópolis, a Ilha da Magia. As locações escolhidas pela banda foram aquelas que mais traduzem a conexão com a natureza proposta por Cultivo: Dunas da Joaquina, Lagoa do Peri e Praia da Armação.


O Reggae no Mato esteve presente na gravação e se orgulha de ter apoiado sua produção e divulgação do lançamento.

Em menos de uma semana, o clipe já conta com mais de 5.600 visualizações.

Parabéns CULTIVO!! Sucesso total!

CULTIVO - "Impermanência" [Official Music Video]


Pelo amor de Deus será que você ainda não entendeu
Que ter ou não dinheiro não faz de você mais feliz que eu?
Tudo sempre muda
E nada nesse mundo continua igual, não
Tudo sempre muda
Nada permanecerá do jeito que está, não
Olha só essa riqueza, tente definir o seu valor
Me diga aonde está a Natureza
É tão fácil ver quanto custou
Mas tudo bem, já sei que

Tudo sempre muda
E nada nesse mundo continua igual, não
Tudo sempre muda
Nada permanecerá do jeito que está, não

Vocalização

No dia em que eu entreguei meu coração pra Deus choveu
Choveu o amor na minha cabeça
Cada gotinha era maior que eu!
Aí entendi então que
Tudo sempre muda
E nada nesse mundo continua igual, não
Tudo sempre muda
Nada permanecerá!

Vocalização

A Humanidade passa por muitas crises das quais não vê saída
Todas elas geradas por uma única crise:
A de percepção da Vida.
O homem se afastou da Natureza quando se julgou superior
Olha a distância que a gente criou...

Sola do pé, meia, sapato, asfalto
E a Terra esperando você ver
Somos a própria Natureza, cheios de beleza e de amor

No dia em que eu entreguei meu coração pra Deus choveu
Choveu o amor na minha cabeça
Cada gotinha era maior que eu!
Tudo sempre muda
E nada nesse mundo continua igual, não.
Tudo sempre muda
Nada permanecerá!

Vocalização

Tudo sempre muda, yes!
E nada nesse mundo...

Agradecimentos:

KOMODO PRODUÇÃO AUDIOVISUAL
Direção: Claudiomar Vill
Ass. de Direção: Juliano Stadler
Imagens: Thiago Jasper
Eletricista: Heron Silva
Maquinária: Ricardo Alexsander
Produtor: Cássio Parreira
Motorista: Eduardo Fernandes

Participantes:

Alan Olech Santos
Alessandra da Silva
Aline Teixeira Miguel
Amanda Stober Germann
Andreia Mendes Stober
Angelita Alves Da Toledo
Areta Renata Pessoa
Ariel Beltramini
Camila Leidins Correa Silvello
Camila Mafalda Rodrigues
Carlos Alberto Borges
Carlos Eduardo Felix Gomes
Carolina Boccalo Dias de Góes
Cinthia Gabriela Da Cruz Vaz
Cynara Martins
Dahiana Marcela González
Danilo Fernando Fantini
Diego Farael Vital Silva
Diogo Vieira dos Santos
Eduardo Borges
Elisangela Colares da Silva
Fátima Pacheco
Felipe Mendes Andrada
Fernanda Pedrotti
Frank Cardoso Lummertz
Gabriel Siqueira
Jefferson A. F. Lemes
Jeremias Deivid Lopez
Juliana Donici Rovai
Karina De Lorenzi
Maíra Senatore
Marcela Luisa Lamb
Marcio Gusmão De Souza
Mariana Flor
Paulo Pilleggi de Sousa
Priscila Domingues Colturato
Rafael Fontes Gaspar
Raphael Yuri Coelho Prata
Renato Carreiro
Ricardo Grippe
Robson Francisco Fernandes
Rodrigo Câmara Franco
Solano Pessoa Lopes
Thiago Ricardo Guimarães
Vitor Souza

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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Agradecimento: Festivais Culturais em Itacaré 2012

Agradecemos a todos que compareceram ao I Festival Cultural Reggae no Mato, ao VI Festival Solidário do Grupo G'ana e ao I Reggae na Praia: Barco Cultural que aconteceram em Itacaré-BA nos dias 21, 22 e 25 de Julho de 2012.

Esperamos que as mais de mil pessoas que passaram por lá nos dois dias tenham gostado.

Foram eventos maravilhosos que deram uma amostra do que acreditamos e das nossas intenções positivas para Itacaré.

Se Jah abençoar, no verão tem mais Banda Cultivo na Bahia!!

Confira alguns momentos desse circuito de festivais de inverno:








Realização: Coletivo Cultural Reggae no Mato

Patrocínio: Fundação Graça Muniz e Instituto de Turismo de Itacaré (ITI).

Apoio: Atitude Positiva, Somar Contabilidade, Casarão Verde Hostel, Restaurante Casa de Taipa, Restaurante Manga Rosa, Restaurante Naturalmente, Restaurante Oasis.

Turismo Carbono Neutro: Nós neutralizamos.

Cabana Corais - Praia da Concha/Itacaré
www.cabanacorais.blogspot.com 

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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Reggae na praia da Concha, Itacaré, Bahia


Aldeia à margem do Rio de Contas apresenta:

CULTIVO & ETHIOPIAN FEDERATION nesta quarta-feira, dia 25 de julho, às 15h!

DJ BANZAI também estará presente soltando as pedras no entardecer!

Entrada Livre! Só chegar!

Realização: Coletivo Cultural Reggae no Mato

Patrocínio: Fundação Graça Muniz e Instituto de Turismo de Itacaré (ITI).

Apoio: Atitude Positiva, Somar Contabilidade, Casarão Verde Hostel, Restaurante Casa de Taipa, Restaurante Manga Rosa, Restaurante Naturalmente, Restaurante Oasis.

Mais informações:
http://www.reggaenomato.com.br/
gabrieldread@reggaenomato.com.br
(73) 9925 0737 (VIVO)
(73) 8129 8060 (CLARO)

Turismo Carbono Neutro: Nós neutralizamos.

Cabana Corais - Praia da Concha/Itacaré
www.cabanacorais.blogspot.com
Tel: (73) 3251 2547.
E-mail: cabanacorais@yahoo.com.br

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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Bob Marley joga futebol com Chico Buarque no Brasil

Muita gente sabe que a casa do Chico Buarque é o point do futebas dos artistas da MPB... o que quase ninguém sabe é que o Rei, Robert Nesta Marley, ja deu o ar de sua graça por lá, alguns meses antes de morrer, em 1980... Bob interrompeu as sessões de gravação que resultariam no álbum 'Uprising' para vir ao Brasil.

O trio jamaicano chegou as 16hOO do dia 19 de março de 1980 no km 18 da Avenida Sernambetiba - três horas atrasados - quando os funcionários da Ariola jogavam animadamente contra alguns dos contratados da gravadora no Brasil, como o anfitrião Chico Buarque, Toquinho, Alceu Valença e outros.

Logo que eles chegaram os times foram rapidamente rearrumados e ficaram assim: Bob Marley, Junior Marvin, Paulo César Caju, Toquinho, Chico e Jacob Miller de um lado; e do outro Alceu Valença, Chicão (músico da banda de Jorge - ainda Ben) e mais quatro funcionários da gravadora. Antes de começar o jogo Bob ganhou uma camisa 10 do Santos e sorriu, dizendo "Pelé" para depois explicar que jogava em qualquer posição. Mas ele foi mesmo para o ataque e o placar foi de 3 a 0 para o seu time, com gols dele (documentado pela TV - veja fotos desse jogo abaixo), de Chico e de Paulo César.

Este, que jogou na copa de 70, foi o mais festejado por Bob, que lhe disse: "Sou fã de seu futebol", ao que Paulo César respondeu, "E eu, de sua musica". Bob lembrou o campeonato mundial que marcou a ilha do reggae:

''Rivelino,Jairzinho, Pelé... o Brasil é o meu time. A Jamaica gosta de futebol por causa do Brasil".

Sobre os brasileiros ele disse : "É fácil perceber que as pessoas aqui têm ritmo e feeling, não só no andar, mas no falar e no próprio interesse demonstrado pela música em qualquer uma de suas manifestações''. Para ele a mensagem do reggae tem grande importância, pois "os músicos devem ser porta-vozes dos grandes contingentes oprimidos. No nosso caso, a responsabilidade é maior por causa das nossas crenças religiosas. A própria filosofia do reggae explica tudo isso. O reggae surgiu do gueto e sempre foi fiel às suas origens, levando ao mundo uma mensagem de revolta, protesto e reinvindicação''.

O mundo à sua volta é percebido em cores fortes. "O Apocalipse está nas ruas, no dia-a-dia de cada um. É o meu povo que sofre, o povo da rua, o pobre. É dele que estou falando". No entanto ele se mostrava profético em seu otimismo sobre o futuro do reggae: "O reggae não é nenhuma moda, agora está havendo um revival do ska, e quem está ouvindo essa musica é a geração jovem, até brancos. Isso é salutar como uma semente bem regada, não é uma moda. Isso vai crescer. Espere só, mon".

Sobre Jah, o Deus do rastafarianismo ele apenas disse: "É como o seu Deus, pouca gente O conhece".

Todos os jornais que cobriram sua visita destacaram o fato de que ele se mostrava sempre acessível e disposto, sem traço de estrelismo.

Naquele mesmo dia, pela manhã, eles trataram de dar algumas voltas pela Cidade Maravilhosa, fizeram questão de conhecer a favela da Rocinha, que acharam bastante parecida com os guetos da Jamaica. Como não haviam trazido um cozinheiro para Ihes preparar a comida I-tal - cozinha natural seguida pelos rastafaris - Bob, Junior e Jacob só se alimentaram com sucos de frutas. Segundo um acompanhante brasileiro, cada um bebeu quinze copos de suco e Bob gostou mais dos de manga e maracujá.

O motivo da vinda de Bob era participar da festa que inaugurou as atividades do selo alemão Ariola no pais. A Island, gravadora original dos Wailers, era então um selo da Ariola. A festa no alto do Morro da Urca foi no mesmo dia do jogo na casa do Chico - 19 de março - e teve mais de 1000 convidados e penetras, com direito a engolidor de fogo, cartomante e fogos de artifício. Bob Marley chegou com os amigos às 22h00, e foi logo para um camarote.

Tranqüilo, apesar de muito assediado, conversou com Moraes Moreira, Marina e com os participantes do jogo As pessoas estranhavam o fato de ele não beber, o que era explicado por suas convicções rastas. Baby Consuelo, que havia feito uma versão de "Is This Love", tentou ir lá cumprimentá-lo mas não conseguiu.

Depois dos discursos dos diretores da gravadora ele se afastou para assistir a apresentação de Moraes Moreira, que começou às 24h00 e fez a pista de dança encher. A agitação foi tanta que Bob deve ter percebido o significado da expressão "Rio Babilônia". A esperança geral era de que ele desse uma canja. Moraes chamou Baby no palco para cantar a sua versão e talvez fazer Bob se decidir. Mas nessa hora ele já estava se levantando e arrastando repórteres, fotógrafos e curiosos à sua passagem, falando com os jornalistas enquanto se encaminhava para o bondinho.

Na manhã do último dia que Bob passou no Brasil, terça feira, 20 de março, uma conferência de imprensa foi organizada às pressas, pois provavelmente ninguém pensou em fazê-la na manhã anterior. Mas mais uma vez, os jornalistas se atrasaram e a conferência acabou sendo bem curta.

Durante a entrevista, ele declarou que " Músicos devem ser porta- vozes para as massas oprimidas. No nosso caso, a responsabilidade é ainda maior por causa de nossas crenças religiosas. A filosofia do reggae explica tudo isso. O reggae se propagou a partir dos guetos, e tem sido sempre fiel a suas origens, trazendo ao mundo uma mensagem de revolta, protesto e luta pelos direitos humanos."



Aqui estão mais alguns trechos da entrevista:
P: "Você está gostando desta viagem? O que você acha da música brasileira?"
R: "Bom...Eu amo o futebol brasileiro, e nós ouvimos falar muito do Brasil durante a Copa do Mundo. O Brasil é sempre o primeiro time a ser mencionado na TV e nos jornais. Paulo César é o meu jogador favorito."

P: "Gilberto Gil vendeu 500 mil cópias de "Não chores mais" no Brasil. Como você explica isso?"
R: " Bom, é fácil de explicar... O reggae tem o mesmo gosto que vocês conhecem, as mesmas raízes e a temperatura que o samba tem. Nós somos próximos."

P: "Você vê Bob Marley como um superstar do rock?
R: Não cara....isso é um engano sabe? E eu toco reggae...não rock!!! (risadas). Eu não sou um "Mick Jagger", minha música transmite outra mensagem. E o reggae não é uma música momentânea como o Twist foi. Na Inglaterra, o Ska está voltando às rádios, e quem está ouvindo é a nova geração, até mesmo os brancos. O reggae está crescendo cara.....apenas espere e veja...."

P: "Bob, você pode mandar uma mensagem para o povo brasileiro?"
R: "Cara, é fácil perceber que os brasileiros tem ritmo, tem bossa, não apenas no jeito que eles se movimentam e falam, mas no interesse que eles mostram pela música, em todas as manifestações musicais. Eu gostaria muito de ter a oportunidade de um dia ter uma relação profunda com os brasileiros. Eu acabei de passar apenas 2 dias aqui, mas tenho curtido muito todo o tempo que passei, e tive a chance de conhecer músicos que fazem um bom trabalho, como Gilberto Gil. Eu joguei um pouco de futebol e vou voltar em setembro para jogar aqui e para ficar mas próximo das pessoas."

Bob Marley e amigos partiram na mesma tarde do dia 20 de março, quinta-feira, para a Jamaica. Junior Marvin contou que durante essa viagem Bob começou a compor várias músicas que ficariam inacabadas.

Contou também que eles planejavam incluir o Brasil na turnê mundial que aconteceria no segundo semestre de 80 e o Inner Circle iria abrir os shows, o que foi citado por vários jornais da época.  No entanto, dois dias depois de voltar à Jamaica, no dia 23 de março, Jacob Miller morreria num acidente de carro em Kingston. No final, do mesmo ano, Bob Marley sentiu de maneira contundente os sintomas da doença que o levaria em maio de 81. O sonho de uma apresentação de Bob Marley no Brasil jamais se concretizou.

O Rei Marley voltou pra casa carregado de instrumentos percussivos brasileiros.
No avião, voltando para a Jamaica, Bob ainda compôs, inspirado no samba, a música Could You Be Loved, um clássico com raízes brasileiras. É possível inclusive ouvir a cuíca soando na introdução da música.

Veja a reportagem que a TV Globo fez na ocasião da visita do Rei do Reggae ao Brasil (não leve em consideração nenhuma das informações sobre o reggae, a Globo não teve capacidade de dar uma bola dentro!):



Artigo publicado originalmente no blog Irradiando Luz. Reproduzido mediante permissão, de acordo com a licença Creative Commons.

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Inclusão Social na Babilônia??

Segundo a Wikipédia, Inclusão social é oferecer aos mais necessitados oportunidades de participarem da distribuição de renda do País, dentro de um sistema que beneficie a todos e não somente uma camada da sociedade. 
Sou adepto  da sustentabilidade, da economia solidária, das agroflorestas, da ecologia profunda, do compartilhar incondicional, da compaixão, da vibração positiva, da I-rmandade, da ajuda mútua, da integração harmônica do homem com a natureza e dos homens entre si, da descoberta da vocação Divina presente em cada um, de agir no Aqui e Agora, da verdadeira transformação, da crítica não-afirmativa [aquela que não re-alimenta o sistema babilouco], da dedicAção, do amor incondicional, do encontro com Deus(a), da espiritualidade...
Para saber mais sobre o que fiz e faço neste mundo em que vivemos, leia a postagem Minhas Atitudes.

No entanto, sem desmerecer a campanha da qual estou participando [pois sei das boas intenções], não posso me furtar a criticar o termo "inclusão social" e a definição do mesmo conforme oferecida pela enciclopédia livre e reproduzida na postagem da Ester, à luz do paradigma crítico da Teoria das Organizações.

Primeiro, o termo: "inclusão social". Acho demagógico e meramente assistencialista. No século XVI, os colonizadores portugueses incluíram os nativos indígenas brasileiras no seus sistema mercantil e trouxeram o conceito de sociedade urbana... resultado no Brasil de hoje: miséria, degradação da cultura indígena, alcoolismo, a maior parte da população nativa foi erradicada... sorte dos que não foram incluídos nisso, e ainda hoje podem praticar seu modo de vida natural e sustentável, mantendo a visão de que somos parte da Terra e ela é parte de nós. Não sou eu que vou incluí-los nesta tragédia que é a sociedade em que vivemos, baseada no medo, no dinheiro, no lucro e na moral judaico-cristã. Prefiro eu ser incluído em outra sociedade...

Segundo, a definição: "oferecer aos mais necessitados". Quem define isso? Quem vai taxar um I-rmão de necessitado? Necessitam do que? Tudo? Vamos taxar algumas pessoas [ou crianças, como é bem comum] de carentes? Quem vai carregar um fardo destes?

"Participarem da distribuição de renda do País dentro de um sistema que beneficie a todos e não somente uma camada da sociedade". Que sistema é esse que eu não conheço? Será que não precisamos então criar este sistema, ao invés de "incluir" os "necessitados" em um sistema falido?

Este termo, inclusão social [e seu derivado, a inclusão digital], diz respeito justamente à inclusão de pessoas no mercado de trabalho. Mercado este que já está saturado, e que conta com um "exército reserva" lutando contra a fome para sobreviver. Incluir pessoas na luta pela sobrevivência, ao invés de permitir que as pessoas vivam.

Karl Polanyi, em sua obra "A Grande Transformação", coloca que a criação do mercado de trabalho é um processo de transformação do trabalho e da mão-de-obra em mercadoria. Uma mercadoria fictícia, claro, mas ainda sim uma mercadoria. Durante a introdução deste sistema na Inglaterra no século XIX, constatou-se que a única maneira de obrigar as pessoas a trabalhares era criando outra mercadoria fictícia: a terra. E ao cercar a terra e impedir o camponês, ao nativo e ao índio de viver em sua comunidade de forma harmônica, como vinha fazendo há séculos, criou-se a única mtoivação possível para alguém se auto-condenar à triste inclusão social no mercado de trabalho: a ameaça da fome e o espectro da morte por inanição. Fica assim, sem saída!

Resumindo: alguém em sua plena consciência só se sujeitaria a trabalhar se ameaçado pela fome e pela pobreza. Esta é a louvada inclusão social... a criação da classe dos sofredores.

Para fechar esta reflexão, alguns insights de Robert Nesta Marley, OM, a respeito da questão proposta:

Babylon System
Letra e música: Bob Marley
Tradução livre: Gabriel Dread

Nós nos recusamos a ser
O que vocês querem que nós sejamos
Nós somos o que somos
Este é o jeito que as coisas vão acontecer

(Se você não sabe)

Vocês não podem nos educar
Para nenhuma igualdade de oportunidades
Estou falando de liberdade
Libertação das pessoas e liberdade

Nós estamos caminhando na prensa de vinho
Por tanto tempo
Temos que nos rebelar
Temos que nos rebelar agora
(Rebele-se!)

O Sistema Babilônico é o vampiro
Sugando as crianças dia após dia
O Sistema Babilônico é o vampiro
(Império em decadência)
Sugando o sangue dos sofredores
Construíndo Igrejas e Universidades
Enganando o povo continuamente
Graduando ladrões e assassinos
Cuidado: eles sugam o sangue dos sofredores

(10X)Diga às crianças a verdade

Porque nós estamos caminhando na prensa de vinho
Por tanto tempo
Temos que nos rebelar
Temos que nos rebelar agora
(Rebele-se!)

Desde o dia em que deixamos a terra de nosso Pai
Nós fomos massacrados
Nós fomos oprimidos

Nós sabemos de tudo
Temos que nos rebelar
Alguém deve pagar pelo nosso trabalho.

Artigo publicado originalmente no blog Irradiando Luz. Reproduzido mediante permissão, de acordo com a licença Creative Commons.

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domingo, 29 de maio de 2011

Reggae em Sampa: You & Me on a Jamboree!


A galera do You & Me on a Jamboree é especialista em raridades do Ska, Rocksteady, Early Reggae, Calypso, Dub, Soul e do Roots Reggae, claro!

Eles organizam frequentemente festas em São Paulo, base do grupo, mas já levaram seu Jurassic Sound system até pra Jamaica pra tocar raridades que nem os proprios jamaicanos conheciam.

Eu acompanho o trabalho dos caras pelo blog http://youandmeonajamboree.com que sempre oferece downloads de raridades com resenhas e uma sólida crítica. O podcast deles também é genial.

Mas agora finalmente terei a oportunidade de ver o trabalho dos caras ao vivo! E justamente numa data especial:


O maior colecionador de Reggae do Brasil Direto de São Luis do Maranhão: SERRALHEIRO na Jamboree dia 4 de junho!

Depois de uma Jamboree histórica com o retorno do lendário Jackie Bernard aos palcos, a You&Me tem o prazer de anunciar mais uma festa para se lembrar para o resto da vida:

Direto de São Luiz do Maranhão a Jurassic Sound recebe, O Serralheiro.

Com quase 70 anos de idade, Serralheiro foi um dos primeiros seletores de reggae do Brasil com mais de 50 anos colecionando discos.

Serralheiro já viajou dezenas de vezes à Jamaica, Inglaterra e Estados Unidos, tudo em busca de mais pedras.

Dono de uma das mais "fodas" radiolas Maranhenses a Canarinho voz de ouro, Serralheiro foi batizado por Fauzi Beydoun de "O magnata do reggae", ou seja uma verdadeira lenda do cultural Reggae/Radiola do nosso país.

No lounge Pica Pau e seu Kulcha Sounds recebe pela primeira vez na Jamboree, Quilombo Hi Fi que vem apresentar seu sólido trabalho moldado no melhor estilo Uk reggae culture!

Ou seja, mais uma edição histórica da festa que sempre busca inovar e presentear os frequentadores com o melhor quando o assunto é música Jamaicana!

Teatro Coletivo

Rua da Consolação 1623 (Em frente ao cemitério)

4 de junho a partir das 23H

15$ na lista (Festajamboree@gmail.com)
18$ na porta - Aceita cartão de débito

Eu vou! E você?


Só pra dar um gostinho, segue aí uma raridade direto da galera do Jurrassic Sound System You&Me on a Jamboree: A lenda, Jackie Bernard, ex-vocalista dos The Kingstonians, que estava esquecido até na Jamaica, e foi ressuscitado pelos brasileiros que mais entendem de early reggae!

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segunda-feira, 4 de abril de 2011

AndyMan


Reggae Jamaicano é um dos mais conhecidos gêneros de música ao redor do mundo, unindo pessoas de todos os países, todas as raças e todas as religiões com um som que se dedica a procurar as respostas para a vida, para o conflito, a humanidade, ao mundo, ao amor.

Há poucos artistas neste gênero de música hoje, que está criando o epítome desta visão artística, professando assuntos que são tão freqüentemente envidraçados sobre a música tradicional.

Provenientes do Brasil para Flórida, AndyMan está na vanguarda dessa revolução. Roots Reggae está aqui para canalizar a vibração musical que traz a verdade no coração e na alma de todos os Rebel Rockers conscientes, a música que penetra no fundo da nossa alma, que traz uma mudança e vibração positiva para as pessoas de Jah nesta época da vida.
“ Vou fazer o que meu pai me chamou para fazer, que é trazer o Amor de Jah E Unidade de Jah das pessoas através da música. Eu tenho sido abençoado por Jah a cantar fluentemente em Português e Inglês, que pode chegar a multidão. Não há tempo para descanso , AS PESSOAS QUE ESTÃO TENTANDO FAZER ESTE MUNDO PIOR, NÃO TIRAM FOLGA UM DIA, COMO POSSO EU, LUZ DA ESCURIDÃO JAH BLESS”
AndyMan
Acesse:
http://www.myspace.com/AndyManOfficial
http://www.facebook.com/AndyManOfficial
http://twitter.com/AndyManOfficial
http://www.youtube.com/AndyManOfficial
http://soundcloud.com/AndyManOfficial <----- Aqui nesta página você pode baixar as músicas de AndyMan de graça.

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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Aniversário de Bob Marley


Robert Nesta Marley, OM, ou Bob Marley, faria hoje, 6 de Fevereiro de 2011, 65 anos de idade. Em homenagem ao rei do Reggae, sugiro a leitura de dois artigos interessantes que mencionam Bob:

Inclusão Social em um Sistema Babilônico

Bob Marley joga um futebas na casa do Chico

Além disso, coloco abaixo um documentário sobre a vida e o legado de Bob Marley e da música e do modo de vida Rastafari. Eu tenho uma pequena participação no documentário, e espero que você goste!



Este artigo foi publicado originalmente em 6 de Fevereiro de 2010 no blog Irradiando Luz.

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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Banda Cultivo


Cultivo é uma revolução musical. Através de melodias dançantes e envolventes, a música transporta seus ouvintes a um estado de alegria e bem estar. O estilo musical vai além do reggae de raiz – pedrada, usando o termo mais adequado –, apresentando ainda uma mistura de influências da diversidade da música popular brasileira, do rock e do funk.

Os ideais da Banda Cultivo estão disseminados nas letras de suas músicas. Compromisso social, humanismo, simplicidade, amor e espiritualidade se complementam de forma harmônica e singular, proporcionando identificação com o público, auto-conhecimento, reflexão crítica e transcendência. Tudo isso colocado de forma simples e poética, complementando a qualidade e a vibração do instrumental.

Seus shows e apresentações são experiências indescritíveis. A melodia, o balanço, a graça e a leveza da música proporcionam momentos de êxtase dançante. O sentimento de ligação entre o público e a Banda Cultivo proporciona momentos sublimes de libertação do ego, comunhão e conexão com o planeta. Não acredite em mim quando afirmo tudo isso. Fica aqui meu convite, um quase desafio: vá a um show e entregue-se para a música. Liberte-se!

A gente colhe o que planta

Formado em 2004 na cidade de São Paulo, a Banda Cultivo vem se apresentando em casas de espetáculo, festivais culturais e eventos em diversas regiões do Brasil. No verão de 2006/2007, o grupo veio a Florianópolis para realizar uma turnê e abrir o show da renomada banda de reggae Midnite, das Ilhas Virgens (Caribe).

Acolhidos pela receptividade do povo e da natureza, decidiram viver na Ilha de Santa Catarina em busca de um estilo de vida mais condizente com as mensagens transmitidas em suas músicas. Desde então, CULTIVO tem compartilhado o palco com diversas bandas locais, como Dazaranha, Missiva e Humani.

No repertório, estão inclusas as músicas dos três álbuns - todos gravados, mixados, produzidos e lançados de forma independente. O primeiro, com o nome de “Árvore Urbana’’ (2006) com 12 faixas, o segundo intitulado “Orgânico’’ (2009), duplo com 20 faixas e o terceiro “Um Pouco de Cada’’ (2010) com 10 faixas.

A banda é formada por Danilo Beccaccia (guitarra), sua esposa Angela Beatriz (vocal), irmã de Cristian Jonatan (bateria), Kris Korus (baixo), Samuel Tortato (guitarra solo) e Vito Lorenzoni (saxofone e escaleta).

Além destes, o grupo conta ainda com Pedro “Pedrada” Angi (vocal e guitarra) e Caio “Gafanhoto” Martins (teclado), que apesar de afastados física e geograficamente – estão morando na capital paulistana – permanecem unidos à banda pelos laços de irmandade formados no trabalho coletivo.


Fique de olho na Babilônia

Cultivo é muito mais do que uma simples banda de reggae brasileiro. É um coletivo artístico cultural que tem o propósito de permitir a auto-realização de seus membros e do seu público, além de servir de espaço para a manifestação sincera de sentimentos e idéias. O objetivo do grupo não é se vender para a indústria cultural, mas constituir-se em uma organização de resistência às forças mercadológicas que pasteurizam, descontextualizam e empobrecem a música.

A Banda Cultivo busca inserir-se na cena cultural brasileira de forma diferenciada, dando voz à luta do oprimido e valorizando a tradição do povo sofrido excluído pelo mercado globalizado, contribuindo assim para um meio artístico mais diversificado, singular e autêntico.





Acesse: http://www.bandacultivo.com.br
Acompanhe: http://facebook.com/CultivoOficial/
Ligue: (48) 8832 1352 / (48) 3207 1352
Escreva: contato@bandacultivo.com.br

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Jamaica Groove

Esta é a banda Jamaica Groove, natural de Tubarão-SC, estamos na estrada a 6 anos. Formado por Frank Medeiros, (vocal, percussão e berimbau); Gustavo “Avohai” Medeiros, (violão, guitarra e escaleta); Diego Nunes, (guitarra e cavaco); Guilherme “Pilha” Santana, (baixo); Nido, (flauta transversal). Fabrício “Pokemon” Eufrázio, (bateria).

Em novembro de 2008 lançou seu primeiro disco. Denominado "Mãe Terra", traz um trabalho totalmente independente desde composição, arranjos, produção, mixagem e masterização. A intenção de mostrar uma renovação, como a chegada da primavera que faz as plantas desenvolver folhas novas e verdinhas, o encarte do CD é todo de material reciclado. Temos um ideal forte, os temas abrangem meio ambiente, preservação, amar ao próximo, e temos como objetivo levar essa mensagem boa a todas as pessoas. Fiquem a vontade para ouvir, curtir e divulgar nosso CD.

O CD está disponivel para download nesse link:
http://www.kayakbrasil.com/jamaica/Jamaica_Groove_M_e_Terra.rar

Mas caso queiram adquirir o CD entre em contato, através do email ou do site que estará em breve no ar.
contato@jamaicagroove.com.br
jam.groove@hotmail.com
www.jamaicagroove.com.br
myspace.com/jamaicagroove
 

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Ras Timbre

Cantor e compositor paulista que escolheu a Guarda do Embaú para morar. Na música brasileira desde 1998, ele já se apresentou ao lado de grandes artistas como Edu Ribeiro(SP), Roots Family(SP), Djambi (PR)... destacando-se pela parceria com NósNaAldeia (SC). Acaba de lançar seu primeiro CD, "A vida manda".

Contato:
(48) 9162 1128
juniortimbre@htomail.com
http://www.palcomp3.com.br/timbre/
http://www.myspace.com/rastimbre

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Santíssima Trindade

Yeshua Jahmiliano único integrante fixo da banda Santíssiama Trindade, fundou a banda em 2006, e vem mudando a proposta de música Reggae no Brasil. Ritmos mais contagiantes e modernos, mas com a consciência dos antigos profétas do Reggae.

Todos os estilos do Reggae você encontra no som da Santissima Trindade, numa linguagem contemporânea que aborda os assuntos mais espirituais e revolucionários.

"I love Jah and Jah Love Me" será um disco independente, gravado de forma caseira, o primogênito da banda da capital gaúcha, com composições e arranjos de Yeshua, com a participação na produção e nos teclados Marcos Mascote, e Djazz nas bases e teclados.

Contatos:
Fone: (51)84089236
E-mail: farodread@hotmail.com
http://www.myspace.com/santissimatrindade

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Trip Reggae Dub Music

Somos a Banda TripReggae dub music de Tubarao-SC, formada em outubro de 2003 pela união sonora de amigos com um mesmo propósito, o de transmitir a mensagem do Reggae Roots para as mais diversas classes. O estilo Reggae Roots é uma forma de transmitir paz , união e também refletir o que nós humanos estamos fazendo no mundo de hoje.

Nossas músicas falam principalmente do Amor, Igualdade e Paz entre todos nós irmãos, assim como também servem como apelo á destruição do mundo em que vivemos, ao preconceito de raças, etnias e religiões , e á todos os males que afetam nosso mundo hoje.

Como influencia, temos grandes nomes do Reggae nacional e internacional como Bob Marley, Ponto de Equilíbrio, Mato Seco, Groundation, Gladiators, entre outros.

A Banda é formada por: André “Dedé” ( guitarra e voz); Ramon “Braga” (guitarra solo); Tiago “Baga” (baixo e backing vocal); Mateus “Godoi” (teclados e backing vocal) e Rodrigo “Digo” (Bateria e backing vocal).

“ O reggae revoluciona , invade os ouvidos e hipnotiza!!! Agradecemos á todos os irmãos de som e irmãos de Luz. Paz e Bem!!!”

Contato:
tripreggae@hotmail.com
www.myspace.com/tripreggaedubmusic

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Leão da Tribo

A Banda Leão da Tribo é uma banda de reggae que está ressurgindo após dez anos com parte de seus integrantes originais. Os músicos atuais são amigos de infância que se uniram novamente em 2008 para realizar um sonho em comum, que é tocar este ritmo contagiante e transmitir nas músicas positivas vibrações.
Tocar entre amigos e não apenas grandes músicos, proporciona uma atmosfera ao mesmo tempo profissional e familiar, a qual pode ser percebida durante os shows e transmitida para o público.

Com o repertório formado principalmente pelos grandes clássicos do reggae internacional e nacional como Bob Marley, Peter Tosh, Alpha Blondy, Ras Bernardo, Cidade Negra, Natiruts, entre outros.

Os shows dançantes transmitem não apenas boas energias, mas também trazem mensagens de preservação ambiental, consciência política e baladas românticas.

A Leão da Tribo é: Leonardo Covello (vocal e guitarra), Cristina Covello (backing vocal), Ericarlos de Sousa (baixo e backing vocal), Valdir Jr. (bateria) e Narley Farias (teclados).

Saiba mais:
Palco MP3

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